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Psicologia

 

Miscelânea do psicólogo

Paulo Rogério da Motta

 

O mundo PSI do Euniverso


 


Behaviorismo

Reforçamento

 

Para melhor compreensão deste tema fica a sugestão de se antes ler "O que é behaviorismo".

Reforçamento vem a ser uma das formas de selecionar comportamentos, ou seja, selecionar “conseqüências”.  Segundo CHAVES e GALVÃO (2005) citando DeGrandpre (2000) “o reforçamento tem sido interpretado na Psicologia, como uma operação na qual a probabilidade ou força do comportamento é aumentada ou diminuída pelas suas conseqüências, isto é: por reforçadores ou punição (p. 726)”.

O reforçamento pode se dar através do “reforço positivo” ou do “reforço negativo”.

O “reforço positivo” é usado para aumentar a probabilidade futura da resposta que o produz e é quando se acrescenta uma “coisa boa” após o comportamento esperado.

O “reforço negativo” é usado para aumentar a probabilidade futura da resposta que o remove ou ameniza e é quando se retira uma “coisa ruim” após o comportamento esperado.

Segundo BOLTON e WARWICK (2005, p.117) “o condicionamento operante depende do comportamento sendo reforçado, positiva ou negativamente; o que por sua vez, determinará se o comportamento aumenta ou diminui suas probabilidades de futuras ocorrências”.

Assim reforçamento são os estímulos que seguem uma resposta do organismo, afetando-o seja fortalecendo ou enfraquecendo a resposta, ou seja, através do é possível se estabelecer um padrão de respostas.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BAUM, William M. (1999) Compreender o Behaviorismo Ciência, Comportamento e Cultura (M.T.A. Silva, M.A. Matos, G.Y. Tomanari, E.Z. Tourinho) Porto Alegre: Artmed. 290 p.

BOCK, A.M.B.; FURTADO, O.; TRASSI TEIXEIRA M.L. (2002) Psicologias Uma introdução ao estudo da psicologia 13.ed. São Paulo: Saraiva. p. 45-55

BOLTON, Lesley e WARWICK, Lynda L. (2005) O livro completo da Psicologia Explore a psique humana e entenda por que fazemos as coisas que fazemos. (M.M. Leal). São Paulo: Madras. 284 p.

CABRAL, Álvaro e NICK, Eva (2003) Dicionário Técnico de Psicologia. 13.ed. São Paulo: Cultrix. p. 40

CHAVES, Evenice Santos; GALVÃO, Olavo de Faria (2005) O behaviorismo radical e a interdisciplinaridade: possibilidade de uma nova síntese?  Psic. Reflex. Crit., Porto Alegre, v.18. n. 3, 2005. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-79722005000300003eIng=pt&nrm=iso>. Acesso em 24 Set 2006. doi:10.1590/S0102-79722005000300003.

MYERS, David G. (1999) Introdução à Psicologia.  5ª ed. Rio de Janeiro: Editora LTC, 1999

REESE, Ellen P. (1975) Análise do Comportamento Humano.  2.ed. Rio de Janeiro: José Olympio Editora, 1975. 160p.

SKINNER, Burrhus Frederic (2003) Ciência e comportamento humano.  11.ed. São Paulo: Martins Fontes, 2003. 489p.

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WHALEY, Donald L.; MALOTT, Richard W. (1980) Princípios elementares do comportamento.  São Paulo: EPU, 1980, 7ª reimpressão, 246 p.

 

 

John B. Watson

 

B. F. Skinner